Patrimonial
Estruturação patrimonial e holdings
Engenharia jurídica e financeira para proteger e perpetuar o legado. A holding organiza participações, separa riscos e dá regras claras para quem entra e quem sai.


Decisões que a estrutura precisa responder
Antes do contrato social, a família alinha estas perguntas.
- Quais bens entram na holding e quais permanecem na pessoa física
- Quem administra e quais decisões exigem quórum qualificado
- Como filhos, cônjuges e novos sócios entram ou saem
- Qual política de distribuição convive com a necessidade de caixa da família
Perguntas frequentes
Respostas curtas sobre este assunto. O restante a gente alinha na conversa.
Não há economia automática. Há casos em que a estrutura melhora a eficiência de aluguéis e participações, e outros em que o custo de manutenção não compensa. A análise vem antes da constituição.
Sim, com atenção a ganho de capital, ITBI e à liquidez da família. Nem todo imóvel deve migrar. O diagnóstico indica quais fazem sentido.
O alinhamento familiar e a minuta com o jurídico costumam levar algumas semanas. A integralização de bens segue o ritmo dos cartórios e da contabilidade.
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